São polêmicas as questões que envolvem os adolescentes autores de atos infracionais no Brasil. Os delitos não cessam e dividem as opiniões nos diversos segmentos da sociedade.
A questão carece de estudos, maior investimento de todas as esferas de governo, em políticas públicas, que levem em consideração o adolescente a família e os executores de medidas socioeducativas em todo o país. A população brasileira dever ser informada, principalmente sobre os motivos que levam adolescentes e jovens a cometerem atos infracionais, isso pode ter peso como sensibilização.
Engana-se quem afirma desequilíbrio entre gravidade e delito, ou disparidade entre crime e castigo, ao referir-se aos adolescentes autores de atos infracionais. Para o que defendem esses argumentos, seria útil fazer uma comparação entre as penas previstas no Código Penal Brasileiro, o real cumprimento e as medidas socioeducativas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente e tempo de cumprimento dessas medidas.
Não se deixa aqui de levar em consideração, que os adolescentes autores de atos de infracionais, devem ser responsabilizados por seus atos. Contudo, deve-se também compreendê-los como pessoas em período de desenvolvimento, os atos infracionais devem ser trabalhados na busca de reposicionamento subjetivo. Assim, os jovens poderão ser preparados para fazer melhores escolhas na vida.
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