A contribuição da Companhia de Jesus e da era Vargas para o desenvolvimento da educação brasileira.
Podemos dizer que a história da educação no Brasil inicia efetivamente com a chegada dos jesuítas. Quando os portugueses chegaram ao Brasil puderam verificar que a instrução dos que aqui se encontravam, dava-se essencialmente no seio da família: as crianças indígenas eram instruídas pelos pais, tios avós (verificado principalmente entre os tupis-guaranis) e em algumas tribos os pajés eram responsáveis pela transmissão dos valores culturais.
A companhia de Jesus cujos membros são conhecidos como jesuítas, nasceu em 1534, no seio da universidade de Paris, criada por um grupo de estudantes, liderados por Inácio de Loyola. Esse movimento surge como uma ação antagonista ao movimento da reforma protestante do século XVI, ação essa ao segmento do movimento da Igreja Católica conhecido como Contra-Reforma. A companhia de Jesus atuou, com autorização papal, em diversos países do mundo, como China, Rússia, Brasil, dentre outros e é conhecida principalmente pelo seu trabalho missionário e educacional.
Os Jesuítas chegaram ao Brasil em 1549, 50 anos apenas após o descobrimento, iniciaram seu trabalho missionário em Salvador na Bahia, onde criaram um colégio e fundaram a Província Brasileira da Companhia de Jesus. O trabalho dos Jesuítas prosperou, em 50 anos apenas já haviam fundados colégios ao longo do litoral brasileiro de Santa Catarina ao Ceará.
Os Jesuítas foram expulsos do Brasil em 1760, pelo Marques de Pombal, nesse período já se encontravam por quase todo o país distribuídos em missões, colégios, conventos e aldeias. A expulsão principiou com o movimento das cortes iluminista na Europa, que não concordavam com os ensinamentos e a influencia exercida pela Companhia de Jesus. O Marques de Pombal foi um dos principais responsáveis pela expulsão dos Jesuítas de Portugal e de suas colônias, por sua iniciativa Portugal foi o primeiro pais a expulsar os Jesuítas em 1759.
Quando os Jesuítas chegaram ao Brasil, trouxeram com eles a moral, os valores e a religiosidade européia e, em se falando de educação, trouxeram também os métodos pedagógicos. Os ensinamentos Jesuítas baseavam-se no “Ratium Studiorium”, conjunto de normas criado para regulamentar o ensino, as atividades, funções e métodos de avaliação nas escolas jesuítas, sustentou a educação e ganhou o status de norma para toda a Companhia de Jesus. A Companhia de Jesus não tinha o objetivo de inovar em educação e sim cumprir as palavras de cristo, com esse objetivo buscaram consolidar sua pedagogia.
Quando se fala em pedagogia, na consolidação de uma pedagogia, é natural que pensemos em métodos. Os ensinamentos dos Jesuítas baseavam-se na época na memorização, na repetição e provas periódicas, ao aluno cabia anotar a tudo que o professor falava. Mesmo com os colégios já organizados sofriam os mesmos problemas que no principio acontecia nas casas dos meninos: estas se constituíam em casas simples de taipa anexas às aldeias que foram as primeiras escolas para jovens e crianças no Brasil, onde aprendiam Português, Espanhol, profissões, operações mentais básicas atividades lúdicas e teatro, tudo, entretanto, com o objetivo da catequização.
Tanto, a priori, nas casas dos meninos quanto nos colégios, sofriam a falta de professores: muitos demoravam a chegar, pois vinham da Europa, outros morriam a caminho em naufrágios e, um simples passeio poderia ser perigoso, algumas tribos indígenas eram antropófagas.
Com a expulsão dos Jesuítas do Brasil em 1759, a educação pela primeira vez passa a ser responsabilidade do Estado, este já cobra impostos, faz leis, proíbe os livros da Companhia de Jesus e contrata professores. O estado apresenta um novo método de ensino, e a impressa régia imprime os livros didáticos e os conteúdos baseavam-se em orientações contidas nas cartas regias: as escolas atendiam aos filhos dos senhores de engenho, fazendeiros, militares, etc. Nessa época o objetivo da formação não era o ensino superior, dos estudantes eram poucos os que davam continuidade aos estudos indo para o exterior, os outros se dedicavam à agricultura, à Igreja e ao funcionalismo público. Mesmo em 1808, com a chegada da família real ao Rio de Janeiro, não houve muitas mudanças, o que se verifica de novo é a ministração de aulas avulsas: anatomia e cirurgia. As primeiras faculdades, de medicina, têm origem no Rio de Janeiro e na Bahia. Em meados de 1824 as meninas eram educadas pelas mães ou pelas amas, aprendiam somente a leitura e o objetivo era a aprendizagem das prendas domesticas como preparação para o casamento.
Em 1837 foi criado no Rio de Janeiro o Colégio Pedro II, os alunos, todos do sexo masculino, estudavam Grego, Latim, Gramática, Física, Astronomia, Botânica dentre outras disciplinas. Os professores eram contratados pelo próprio imperador que os controlava, verificava o andamento das aulas e a alimentação. Após seis anos de estudo os alunos poderiam ingressar nos cursos de Direito e Medicina.
Podemos dizer que a história da educação no Brasil inicia efetivamente com a chegada dos jesuítas. Quando os portugueses chegaram ao Brasil puderam verificar que a instrução dos que aqui se encontravam, dava-se essencialmente no seio da família: as crianças indígenas eram instruídas pelos pais, tios avós (verificado principalmente entre os tupis-guaranis) e em algumas tribos os pajés eram responsáveis pela transmissão dos valores culturais.
A companhia de Jesus cujos membros são conhecidos como jesuítas, nasceu em 1534, no seio da universidade de Paris, criada por um grupo de estudantes, liderados por Inácio de Loyola. Esse movimento surge como uma ação antagonista ao movimento da reforma protestante do século XVI, ação essa ao segmento do movimento da Igreja Católica conhecido como Contra-Reforma. A companhia de Jesus atuou, com autorização papal, em diversos países do mundo, como China, Rússia, Brasil, dentre outros e é conhecida principalmente pelo seu trabalho missionário e educacional.
Os Jesuítas chegaram ao Brasil em 1549, 50 anos apenas após o descobrimento, iniciaram seu trabalho missionário em Salvador na Bahia, onde criaram um colégio e fundaram a Província Brasileira da Companhia de Jesus. O trabalho dos Jesuítas prosperou, em 50 anos apenas já haviam fundados colégios ao longo do litoral brasileiro de Santa Catarina ao Ceará.
Os Jesuítas foram expulsos do Brasil em 1760, pelo Marques de Pombal, nesse período já se encontravam por quase todo o país distribuídos em missões, colégios, conventos e aldeias. A expulsão principiou com o movimento das cortes iluminista na Europa, que não concordavam com os ensinamentos e a influencia exercida pela Companhia de Jesus. O Marques de Pombal foi um dos principais responsáveis pela expulsão dos Jesuítas de Portugal e de suas colônias, por sua iniciativa Portugal foi o primeiro pais a expulsar os Jesuítas em 1759.
Quando os Jesuítas chegaram ao Brasil, trouxeram com eles a moral, os valores e a religiosidade européia e, em se falando de educação, trouxeram também os métodos pedagógicos. Os ensinamentos Jesuítas baseavam-se no “Ratium Studiorium”, conjunto de normas criado para regulamentar o ensino, as atividades, funções e métodos de avaliação nas escolas jesuítas, sustentou a educação e ganhou o status de norma para toda a Companhia de Jesus. A Companhia de Jesus não tinha o objetivo de inovar em educação e sim cumprir as palavras de cristo, com esse objetivo buscaram consolidar sua pedagogia.
Quando se fala em pedagogia, na consolidação de uma pedagogia, é natural que pensemos em métodos. Os ensinamentos dos Jesuítas baseavam-se na época na memorização, na repetição e provas periódicas, ao aluno cabia anotar a tudo que o professor falava. Mesmo com os colégios já organizados sofriam os mesmos problemas que no principio acontecia nas casas dos meninos: estas se constituíam em casas simples de taipa anexas às aldeias que foram as primeiras escolas para jovens e crianças no Brasil, onde aprendiam Português, Espanhol, profissões, operações mentais básicas atividades lúdicas e teatro, tudo, entretanto, com o objetivo da catequização.Tanto, a priori, nas casas dos meninos quanto nos colégios, sofriam a falta de professores: muitos demoravam a chegar, pois vinham da Europa, outros morriam a caminho em naufrágios e, um simples passeio poderia ser perigoso, algumas tribos indígenas eram antropófagas.
Com a expulsão dos Jesuítas do Brasil em 1759, a educação pela primeira vez passa a ser responsabilidade do Estado, este já cobra impostos, faz leis, proíbe os livros da Companhia de Jesus e contrata professores. O estado apresenta um novo método de ensino, e a impressa régia imprime os livros didáticos e os conteúdos baseavam-se em orientações contidas nas cartas regias: as escolas atendiam aos filhos dos senhores de engenho, fazendeiros, militares, etc. Nessa época o objetivo da formação não era o ensino superior, dos estudantes eram poucos os que davam continuidade aos estudos indo para o exterior, os outros se dedicavam à agricultura, à Igreja e ao funcionalismo público. Mesmo em 1808, com a chegada da família real ao Rio de Janeiro, não houve muitas mudanças, o que se verifica de novo é a ministração de aulas avulsas: anatomia e cirurgia. As primeiras faculdades, de medicina, têm origem no Rio de Janeiro e na Bahia. Em meados de 1824 as meninas eram educadas pelas mães ou pelas amas, aprendiam somente a leitura e o objetivo era a aprendizagem das prendas domesticas como preparação para o casamento.
Em 1837 foi criado no Rio de Janeiro o Colégio Pedro II, os alunos, todos do sexo masculino, estudavam Grego, Latim, Gramática, Física, Astronomia, Botânica dentre outras disciplinas. Os professores eram contratados pelo próprio imperador que os controlava, verificava o andamento das aulas e a alimentação. Após seis anos de estudo os alunos poderiam ingressar nos cursos de Direito e Medicina.

O período da história brasileira que vai de 1889, da proclamação da republica, a 1930, ascensão de Getúlio Vargas, é conhecido como República Velha. Esse período é conhecido hoje como o primeiro período republicano brasileiro, tinha uma economia baseado na cultura cafeeira e assim, eram fortes os laços com os latifundiários. O poder era fortemente centralizado entre os partidos políticos de Minas Gerais e São Paulo, que gerou a conhecida aliança “política do café com leite”. Essa política foi rompida em 1929 com Julio Prestes sendo indicado à presidência da República, o golpe ou revolução de 1930 foi possível pela associação entre os estados de Minas gerais, Paraíba e Rio Grande do Sul que culminou em movimento armado e no golpe de estado que depôs o presidente Washington Luís em Outubro de 1930 e pôs fim à República Velha. Getúlio Vargas assumiu provisoriamente o governo em Novembro de 1930.
Nomeado Presidente, Getulio Vargas adquiriu poderes em grande proporção, aproveitou-se desses poderes para executar medidas de modernização do país. Criou novos ministérios: Ministério do trabalho, Indústria e Comercio e o Ministério da Educação e Saúde. Em 1931 Getulio Vargas derruba a Constituição brasileira reunindo enormes poderes e 1933 convoca a Assembléia e em Julho de 1934 promulga a nova constituição. Em 1937 houve a promulgação de uma outra Constituição que cria o Estado Novo. O Brasil enfrentou a II Guerra Mundial com Getulio Vargas no poder.
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A década de 30, além de ser um momento de definições sobre o encaminhamento do desenvolvimento capitalista industrial, ainda viveu movimentos políticos decisivos conforme anteriormente relatado.
Em relação à educação, já no decorrer dos anos 20 do Século XX, ocorreram inúmeras reformas educacionais em vários estados brasileiros, reformas baseadas no ideário escolanovista, que empenhou em dar nova direção à educação brasileira. Não só o Brasil, mas o mundo era palco de um momento de crescimento industrial e consequentemente expansão urbana: um grupo de estudiosos brasileiros entendeu que era necessário preparar o povo brasileiro para acompanhar esse progresso e assim a educação era essencial para a promoção das mudanças por eles pensadas. Inspirados nos ideais político-filosoficos, político-educaionais, psicológicos e fislosóficos-educacionais.
Os estudiosos entendiam que o ideal escolar seria um sistema de ensino público universal, aberto e capaz de combater as desigualdades sociais existentes no país. Esse movimento ganhou força na década de 30 com a divulgação do Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova que data do ano de 1932. Trata-se de um documento educacional histórico baseado nos ideais de educação dos intelectuais acima citados.
Vemos então que a década de 30 se caracteriza como um período de grande relevância; foram muitas as transformações e em especial na educação. Nesse período aumentou o reconhecimento da educação que se transforma em um instrumento para o desenvolvimento do país. Nesse período ainda foi criado o Ministério da Educação e Saúde em 1930, contudo, um dos fatos mais importantes da época foi a conquista do direito à educação, proclamado na Constituição de 1934. Já em 1933 através da pessoa de Pontes de Miranda, jurista, já pleiteava a educação com um direito subjetivo, isso poderia ter sido melhor aproveitado na época, porém, a educação como direito publico subjetivo só se efetiva com a Constituição de 1988.
Em relação aos métodos de ensino a pedagogia tradicional predominou até meados do século XIX e enfatizava a atuação do professor, a diretriz da concepção pedagógica tradicional era a preocupação de como ensinar. Como já foi mencionado anteriormente, a pedagógia nova começa a ganhar espaço a partir das primeiras décadas do século XX, o processo de aprendizagem volta-se para o aluno a diretriz de como ensinar da educação tradicional, com a nova pedagogia muda para como aprender, a escola nova diz que o processo de aprendizagem desenvolve a partir da ação do aluno. Verifica-se então o contraste das idéias escolanovistas com as idéias da educação tradicional, as novas tendências pedagógicas pensavam a criação de espaços mais abertos, um ambiente de descontração, a aprendizagem surgia assim de um processo ativo onde o protagonista era o aluno.
Ao pensar em métodos pedagógicos diversos da memorização e da repetição, na mudança de foco do como ensinar para o como aprender, entra na discussão o lugar que cada um ocupa no desenvolvimento do processo de ensino e aprendizagem. Talvez o falhar esteja na mudança de foco diretamente do professor para o aluno sem se preocupar com o modo como professor e aluno interagem e como a comunidade educativa de uma instituição escolar contribui para a aprendizagem.
É inegável o papel positivo da Escola Nova para a democratização da escola pública no Brasil, mesmo sendo muito difundida entre os educadores brasileiros, as idéias da escola nova acabaram sendo implantadas em poucas escolas e o que se verifica é que acabaram essencialmente nas escolas que atendiam à elite do país, diz-se então que ela serviu para melhorar o nível escolar das classes dominantes. Assim sendo, pode-se perceber um elemento discriminatório e, em se falando de discriminação, dificilmente se constrói um escola planamente democrática baseado em um ideal segregacionista.
A implantação e o desenvolvimento do ensino superior no Brasil acontecem lentamente, somente com a vinda da família real que surge o interesse pela implantação das escolas de medicina na Bahia e no Rio de Janeiro. Foram surgindo escolas isoladas uma das outras, com características elitistas e formação direcionada para o trabalho, atendiam aos filhos da aristocracia colonial. Mesmo após a proclamação da república as escolas de ensino superior continuaram marcadas pela formação para o trabalho e criadas em unidades desconexas sem interação umas com as outras. A primeira universidade brasileira só aparece em 1912 no Estado do Paraná, mas dura apenas três anos; somente em 1920 foi criada a Universidade Federal do Rio de Janeiro onde foram reunidos vários cursos em um campus, mas os vínculos entre eles eram apenas formalizados por uma reitoria única, isto é, continuava a fragmentação. A mudança foi esboçada pela criação da Universidade de São Paulo, USP, criada após a Revolução Constitucionalista de 1932: vários cursos foram reunidos com uma base comum, as faculdades de Filosofia, Ciências e Letras que seriam a instituição de um saber fundamental em todas as áreas. Nas décadas de 50 e 70 foram criadas universidades por quase todo o Brasil.

A proposta da USP, em sua criação, tinha como base o ensino, a pesquisa e extensão, mesmo assim o que se percebe é que ao longo dos anos impera o peso da formação para o trabalho. A educação superior veio se firmando no Brasil como a educação da elite, característica da educação de um modo geral no tempo da Companhia de Jesus e do Império. Hoje a educação ainda traz consigo fortemente o peso da formação para o trabalho, vivemos a era da informação e em um tempo de economia globalizada baseada em mercado sem fronteiras, as políticas neoliberais trazem claramente a opção pela privatização do ensino superior, transformando-o em mercadoria. O que se ver atualmente é a criação descomedida de escolas privadas de ensino superior por todo o Brasil, aumenta o acesso da população menos favorecida, contudo compram uma educação de qualidade duvidosa, exacerba a competição e em conseqüência temos uma sociedade cada vez mais individualizada.
A década de 30 foi um inegável marco para a educação brasileira, percebe-se, entretanto, no Brasil certa rotatividade das idéias pedagógicas, sem querer aqui trazer uma discussão de todas elas. Mas já na década de 60 as idéias da Escola Nova estavam em crise: o desenvolvimento industrial e tecnológico colocava em dúvida o modelo atual de educação, surge a gora a necessidade de atender o processo de industrialização; eis que a saída é a pedagogia tecnicista, vários acordos foram firmados, não só dentro do Brasil para a implantação dessa proposta pedagógica que dava ênfase aos métodos e técnicas de ensino. Esse movimento pouco durou, mas foi suficiente para desestruturar o sistema escolanovista.
Hoje não há mais dúvida de que a educação é um meio de influencia e talvez superação das formas como a sociedade se estrutura e se organiza. A escola pode contribuir para a eliminação da seletividade social, tão evidenciada ao longo deste texto quando se verifica instituições educacionais onde o acesso é exclusivo das elites, assim, entende-se que a escola pode contribuir para ampliar ou para a construção da educação como espaço democrático de fato. Dessa forma a escola também deve servir aos interesses populares, contribuir para garantir o acesso de todos a uma educação de qualidade, preparando-os para participar do processo de democratização da sociedade.
A escola mesma, além de conhecer formas dinâmicas de lidar com os conteúdos, deve nos professores ter cidadãos conhecedores das mazelas sociais detalhadamente, capazes de intervirem no seio da escola com seus alunos, para assim não ser mais um mecanismo de exclusão social.
O estudante chega às escolas de ensino superior, pela longa caminhada estudantil, mais autônomos e mais capazes de conduzir-se para o alcance do conhecimento. Assim o professor deve ser um sujeito conhecedor dos processos de aprendizagem, da forma como os alunos aprendem, para melhor realizar uma mediação para o que o aluno alcance o conhecimento. Temos sem dúvida ainda a exigência de uma formação para o mercado de trabalho, contudo deve também ser dada ênfase à ciência, à pesquisa, ao conhecimento e à construção de uma consciência crítica, procurando garantir a formação de um cidadão capaz de atuar nos diversos setores sociais e conhecedor do mundo que o cerca. Na sociedade da informação novas exigências são atribuídas à educação, assim o professor deve também inovar nas práticas pedagógicas, na didática e nas estratégias de ensino.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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http://pt.wikipedia.org/wiki/Companhia_de_Jesus. Acessado em 15 de Abril de 2009.
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WIKIPEDIA. Expulsão dos Jesuitas. Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Expuls%C3%A3o_dos_jesu%C3%ADtas. Acessado em 13 de Abril de 2009.
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WIKIDUCAÇÃO. História da Educação no Brasil. Disponível em: http://wiki.educartis.com/wiki/index.php?title=Hist%C3%B3ria_da_educa%C3%A7%C3%A3o_no_Brasil. Acessado em 12 de Abril de 2009.
ESCOLA DA VILA. História da Educação. Disponível em: http://intra.vila.com.br/sites_2002a/urbana/marina_paes/historico_da_educacao.htm. Acessado em 12 de abril de 2009.
NOTA POSITICA. Dicionário de História. Contra Reforma. Disponível em: http://www.notapositiva.com/dicionario_historia/contrareforma.htm. Acessado em 12 de Abril de 2009.
FRANÇA, Simone. Escolarização no Brasil ( 1930 – 1988) Disponível em: http://www.ufmg.br/prpg/dow_anais/cien_humanas/educacao_3/simone.doc. Acessado em 11 de Abril de 2009.
LASTA, Edson José. A influencia da Rotatividade das Teorias Pedagógicas como Desorganizadora do espaço Abstrato Escolar.Disponível em: www.dge.uem.br/semana/eixo9/trabalho_82.pdf - Acessado em 11 de Abril de 2009.
A década de 30 foi um inegável marco para a educação brasileira, percebe-se, entretanto, no Brasil certa rotatividade das idéias pedagógicas, sem querer aqui trazer uma discussão de todas elas. Mas já na década de 60 as idéias da Escola Nova estavam em crise: o desenvolvimento industrial e tecnológico colocava em dúvida o modelo atual de educação, surge a gora a necessidade de atender o processo de industrialização; eis que a saída é a pedagogia tecnicista, vários acordos foram firmados, não só dentro do Brasil para a implantação dessa proposta pedagógica que dava ênfase aos métodos e técnicas de ensino. Esse movimento pouco durou, mas foi suficiente para desestruturar o sistema escolanovista.
Hoje não há mais dúvida de que a educação é um meio de influencia e talvez superação das formas como a sociedade se estrutura e se organiza. A escola pode contribuir para a eliminação da seletividade social, tão evidenciada ao longo deste texto quando se verifica instituições educacionais onde o acesso é exclusivo das elites, assim, entende-se que a escola pode contribuir para ampliar ou para a construção da educação como espaço democrático de fato. Dessa forma a escola também deve servir aos interesses populares, contribuir para garantir o acesso de todos a uma educação de qualidade, preparando-os para participar do processo de democratização da sociedade.
A escola mesma, além de conhecer formas dinâmicas de lidar com os conteúdos, deve nos professores ter cidadãos conhecedores das mazelas sociais detalhadamente, capazes de intervirem no seio da escola com seus alunos, para assim não ser mais um mecanismo de exclusão social.
O estudante chega às escolas de ensino superior, pela longa caminhada estudantil, mais autônomos e mais capazes de conduzir-se para o alcance do conhecimento. Assim o professor deve ser um sujeito conhecedor dos processos de aprendizagem, da forma como os alunos aprendem, para melhor realizar uma mediação para o que o aluno alcance o conhecimento. Temos sem dúvida ainda a exigência de uma formação para o mercado de trabalho, contudo deve também ser dada ênfase à ciência, à pesquisa, ao conhecimento e à construção de uma consciência crítica, procurando garantir a formação de um cidadão capaz de atuar nos diversos setores sociais e conhecedor do mundo que o cerca. Na sociedade da informação novas exigências são atribuídas à educação, assim o professor deve também inovar nas práticas pedagógicas, na didática e nas estratégias de ensino.
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